A cor do ano, uma reflexão!

22 de Janeiro de 2018

Tá a fim de dar uma voltinha no mundo das tendências? Como repensar a construção? Como serão esses novos espaços? O que a nova geração procura?

Então, clica aqui e leia o texto sobre “A cor pantone para o ano de 2018”.

A Babi explora muito bem esse novo sentimento, essa percepção que deixa de ser da moda e passa a ser do mundo. A cor que rege o ano, não é mais só sobre roupa, maquiagem, desfiles, é uma cor sobre sentir, interagir, repensar…

Bem, infelizmente, não dá para colocar tudo em um texto. Mas eu diria, que a cor do ano afirma uma coisa: os espaços precisam estar preparados para acolher, abraçar, aquecer.

Se você leu o texto dela, ela comenta sobre a transição do vermelho, a passagem pelo azul. Vermelho sempre muito associado aos fasts, ao rápido, ao consumo de impulso, ao consumismo. A mudança da cor do ano para uma cor tão enigmática e visionária é de fato a mudança do nosso espírito do tempo, que já está em curso há alguns anos.

Enigmática como as mudanças de geração, como as mudanças no jeito de comprar, enigmática como sentimentos são. E visionária, nunca foi tão importante ter visão de futuro, aprofundar, olhar distante e adiante.

Em tendências, costumamos ler sinais de mundo, colhidos ao olhar o comportamento humano, pelas novas manifestações sociais e econômicas. O mercado da construção já começa a apresentar os seus.

A madeira representa uma alternativa mais sustentável, mas apresenta também uma nova textura, um novo toque, uma nova sensação, apresenta o novo. O lugar que antes era dominado pelo concreto, agora começa a receber novos olhares. Olhares de uma geração que grita por um mundo mais limpo, por um mundo mais verde, lugares menores e mais aconchegantes.

Leia mais: Edifício Albina Yard: o efeito emocional da madeira

Usando aqui uma frase da Babi “O mundo grita por soluções equilibradas, com menos acúmulo (azul), mas também sem tantos prejuízos (vermelho).”

Como não pensar nos resíduos das construções? Como não equilibrar valores (financeiros e morais)? Como não pensar nas crianças, na natureza?

Por que não proporcionar espaços de convivência, de entrega, de acolhimento? Pisos gelados e paredes brancas, onde, quando e como?  O que uma cor que representa o UNIVERSO, responderia para essas perguntas? Quais são as suas perguntas?

Precisamos quebrar os preconceitos e olhar para o futuro. E sim, a cor não é só uma cor, ela é a tradução de um tempo, do tempo onde seus filhos vivem e viverão, do tempo onde sua empresa está inserida. A tradução do seu tempo!

Aguarde, virão muitas novidades sobre esse novo tempo, nova cor, novo ano.

 

Elinéia Denis
Analista de Tendências e Consultora de Marketing na @sinapse.lab

Foto: www.homedit.com

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